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domingo, 29 de janeiro de 2017

Redução de lactose na alimentação não influencia no peso

lactoseUm estudo australiano onde crianças trocam produtos lácteos por produtos com baixo teor de gordura não tiveram perda notável de peso nem de massa corporal,apenas consumiram produtos saudáveis o que pode evitar doenças cardíacas no futuro.

Para o estudo 145 crianças com idade entre 4 e 13 anos foram divididas em dois grupos. O primeiro grupo substituiu os produtos lácteos por opções com menos gordura durante seis meses, enquanto o outro grupo não seguiu orientação dietética. Enfermeiras entrevistaram as crianças e os pais sobre os hábitos de seus filhos de ingestão de lactose no início da pesquisa, e depois de três e seis meses. Eles também tiraram sangue e mediram o Índice de Massa Corporal, e as medidas da cintura.

O grupo de baixo consumo calórico apresentou menos consumo de gorduras no geral. No fim do estudo, eles tiveram 13,3% das suas calorias provenientes de gorduras saturadas, em comparação com 16,6% do outro grupo. Também houve uma pequena queda nos níveis de colesterol no grupo de baixo teor de gordura, mas as medidas de cintura, IMC e peso não mostraram diferenças.

Portanto retirar a lactose da alimentação não reduz peso!

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Rejeições e Prevenções

Restrição AlimentarAs alergias e intolerâncias alimentares afeta a cada dia mais crianças no mundo, estas impactam a vida da criança e das pessoas que ela convive. No Brasil aproximadamente 3 milhões de crianças entre 0 a 12 anos sofrem com um tipo de restrição alimentar. 

É necessário nos conscientizarmos de que alergias podem ser fatais para uma criança e que evitar alimentos alérgenos não é tarefa simples. Já a intolerância não causa fatalidades, mas gera sintomas desagradáveis e confusos para a criança.

As maiorias das escolas não estão preparadas para receber uma criança com intolerância ou alergia alimentar. Muitas vezes professores e colegas acham que as crianças estão sendo “chatas” para comer. 

Um estudo realizado em Nova York mostrou que 35% das crianças com restrição alimentar já sofreram  insultos, piadas, gozações, apelidos cruéis ou ridicularizações devido a sua alergia alimentar. Dentro deste estudo uma psiquiatra infantil explicou que “o alimento é um fator de inclusão em diversas sociedades e sua restrição pode levar a criança a ser excluída do grupo de colegas.” Isso pode afetar seu desempenho escolar e sua auto-estima, podendo gerar fobia escolar, depressão ou irritabilidade.

Para ajudar, os pais devem explicar aos professores, alunos e aos próprios filhos sobre a restrição alimentar e suas consequências para conscientizar e incentivar que sejam criados programas de educação sobre intolerâncias e alergias alimentares na escola e também para prevenir que ocorram fatalidades com a criança.  O melhor de tudo seria as escolas possuírem um plano de ação no caso de uma emergência.

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